quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital

       O Pontifício Conselho para as Comunicações divulgou hoje, 29, o tema do Dia Mundial das Comunicações de 2011. A escolha do tema: Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital foi feita pelo Papa Bento XVI, que no dia 24 de janeiro de 2011 publicará a sua mensagem aos comunicadores de todo o mundo.
      De acordo com o comunicado publicado pelo Pontifício Conselho para as comunicações, "é preciso colocar a pessoa humana no centro das discussões acerca dos avanços tecnológicos e científicos". Além disso, a temática escolhida é um apelo para que os comunicadores, especialmente os jornalistas católicos, façam de sua vida um testemunho do Evangelho, a favor da verdade e da vida.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Curso On line: A web e a evangelização


A Arquidiocese de Campinas, através do Ambiente de Formação Virtual, oferecerá uma nova edição do Curso on-line:  “A WEB e a Evangelização”.  
Objetivo: O curso visa promover uma reflexão sobre a utilização e a divulgação  dos modernos recursos tecnológicos e digitais, especialmente os da chamada WEB 2.0, na pastoral e Evangelização na Igreja, bem como promover o conhecimento de algumas delas.
Ele se insere na dinâmica proposta pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais expressa nas recentes  mensagens do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, dedicadas ao uso da internet na ação eclesial, principalmente, os recursos interativos que contribuem para uma maior participação dos fieis na vida da comunidade.  Este “‘novo areópago” do tempo moderno, como foi denominada pelo  papa João Paulo II,  já em 1990, pode e deve ser utilizado pelos cristãos na Evangelização (Redemptoris Missio 37,c).    
Público alvo: Agentes de pastoral que se interassem pela utilização da web na Evangelização, especialmente os da Pascom.
Metodologia: O curso será oferecido totalmente na modalidade on-line através do Ambiente Virtual de Formação: Igreja em Rede da Arquidiocese de Campinas. Ela será interativa e se baseará  na reflexão pessoal dos textos, vídeos, áudios e imagens indicadas, na interação  assíncrona nos fóruns e na interação  síncrona em chats (opcional)  mediante o  acompanhamento de um orientador(a) nas diversas atividades propostas no do próprio Ambiente Virtual.
O curso será realizado em dois meses, com uma carga horária estimada entre 80hs dividida em 4 módulo. Sugere-se,  que haja uma dedicação pessoal em média de 10hs semanais. Todavia, sendo on- line, cada pessoa organizará seu tempo de estudo.  Confira os módulos do Curso:
1º módulo – Ambientação e Introdução ao Curso  
  • Ambientação e Conhecimento do Ambiente Virtual,
  • Formação on-line e  EAD,
  • Netiqueta: o necessário comportamento social nos recursos interativos da web
2º módulo – Os recursos  da  WEB e  a WEB interativa
  • O que é web, Web 2.0, Web 3.0…. (Web Estática  x WEB Interativa)
  • Os nativos da Internet (Geração X, Y e Z) e o migrantes digitais
  • Os recursos interativos e colaborativos da WEB
  • Editor de textos, planilhas, formulários  on-line
  • Compartilhadores de Arquivos
  • Comunidades Sociais
3º módulo – A  concepção eclesial sobre os Recursos Digitais (documentos e orientações da igreja) e a utilização deles.
  • Estudo dos Documentos do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais
  • Conhecendo alguns trabalhos da Igreja na WEB (blogs, sites, redes socais)
4° módulo –  A Filosofia da WEB 2.0, a Igreja e a Pastoral e a Inclusão Digital
  • O que a Filosofia da WEB 2.0 evoca à Igreja? (uma aproximação com o Evangelho).
  • Interação, Colaboração e Corresponsabilidade – Reflexão para uma eclesiologia de Comunhão e Participação.
  • Direitos autorais na WEB e a Ação Evangelizadora
  • Letramento Digital, Inclusão Social  e a Opção Preferencial pelos Pobres
Certificado: As pessoas que completarem 75% das atividades e interatividades receberão certificado da Arquidiocese de Campinas apenas com validade pastoral.
Exigências:
 Acesso a internet, preferencialmente banda larga (No curso há vídeos que podem não funcionar na internet discada. Todavia, isto não se configura um impedimento para segui-lo)
  • Conhecimento mínimo de internet para a utilização de navegadores (Internet Explorer, Firefox, Google Chrome)
  • Conhecimento de edição de texto (Word e BrOffice)
Previsão de data para início do curso: 27 /09 a 29/11
Investimento: R$ 30,00 (pelos 2 meses). Ele deverá ser efetuado somente no ato da inscrição através do pagseguro
Período de pré-inscrições: Antes das inscrições propriamente ditas, realizaremos um período de pré-inscrições que irá 01/09 a 20/09. Para manifestar seu interesse em se inscrever no curso, disponível através do endereço: http://www.ambientevirtual.org.br/novidades/curso-on-line-a-web-e-a-evangelizacao/

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Espiritualidade da Comunicação


A pergunta primeira, ao escrever sobre a espiritualidade da comunicação, é porque? Por que uma reflexão sobre a comunicação numa perspectiva mística e espiritual?
Nestes quase dez anos de Pastoral da Comunicação, mas mesmo anteriormente, quando comecei a me apaixonar pela comunicação na Igreja, pensei que o fazer comunicação só teria um sentido evangélico se nascesse de um ser comunicação, não meramente instrumental e pragmático, portanto.
E este é um perigo grande ao trabalhar com algo tão exigente, tão instantâneo, que demanda tanta atenção e esforço físico e mental. Quem trabalha com ela já sabe: comunicação é trabalho braçal. Longe da idéia de glamour e sofisticação que transparece do mito midiático, o que existe é suor, fruto do esforço. E não é diferente com a comunicação na Igreja. A cada dia um novo programa na rádio e TV, a cada semana ou mês um novo jornal ou revista, a cada instante uma nova postagem no site. E, quando concluímos uma etapa, tudo começa de novo e do zero. É o trabalho da cozinheira que, a cada manhã, trabalha tanto para ver o fruto do seu esforço consumido em minutos e, tantas vezes, criticado.
Instrumentalizar a comunicação é, de fato, um perigo gigantesco. Esta atitude levaria, inevitavelmente, a um fazer sem sentido, uma luta sem vitória, um esgotamento atrás do sucesso que, tantas e tantas vezes, não chega. Na lógica do mundo, todos os argumentos e atributos podem ser usados para alcançar este sucesso desejado. E alguma coisa sempre se consegue. Na dinâmica do Evangelho, não.
O Evangelho nos impõe uma postura que pode nos distanciar do sucesso, nos afastar da vitória fácil e preterir as nossas aspirações humanas de facilidade e portas largas. Mas, para compreender o Evangelho e entrar numa dinâmica da essência e não da aparência, do conteúdo e não da forma é preciso uma atitude que envolva o ser e, consequentemente, toque as profundezas da vida, determinando as escolhas e os horizontes.
Assim, o primeiro argumento para um espiritualidade da comunicação que não compreenda este serviço apenas como instrumento é o ser.
Ser comunicação deve ser a base do fazer. O cristianismo tem as suas bases no ser que gera o fazer. Lembro bem do, então, Padre Giancarlo Petrini, Reitor do Seminário Propedêutico Santa Teresa do Menino Jesus, onde fiz meu primeiro ano de formação, falando sobre a vocação sacerdotal que não podia ser alicerçada no fazer e, sim, no ser. Ele falava daquele padre recém ordenado que, voltando para a sua cidade natal depois da festa, sofre um acidente de carro e fica tetraplégico. Nunca mais fez nada. Mas nunca deixou de ser padre.
O ser tem raízes profundas, toca a existência, define a identidade, marca a totalidade da vida. O ser não muda ao sabor dos ventos e dos humores. O ser não cansa com o passar dos anos, não esmaece com a quantidade de horas de trabalho.
Quem faz, em algum momento pode deixar de fazer. Quem é, nunca deixa de ser. É verdade que a natureza humana, circunscrita pela fragilidade do pecado, tem o seu ser relativizado, passível de mudanças constantes e variações de interesses. No entanto, quanto mais a raiz do ser estiver fincada na profundidade da terra, mais ele se tornará imune aos ventos das mudanças.
*Padre Manoel de Oliveira Filho - Coordenador Arquidiocesano da PASCOM

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Formação Continuada

Vivenciar os ensinamentos de Jesus
Não basta, ao agente da Pascom, saber todas estas coisas bonitas sobre Jesus Cristo, fazer discursos ou pregações sobre a comunicação ideal. O comunicador cristão busca se educar e se reeducar, cotidianamente, para vivenciar o modelo de comunicação revelado por Jesus Cristo.
Ele é chamado a VIVENCIAR os valores evangélicos da comunicação cristã, fazendo a experiência do diálogo, da tolerância, da escuta, do acolhimento, da comunicação positiva, sempre; comunicação que leva à solidariedade, a comportamentos justos, à partilha dos bens e dos dons, ao exercício da cidadania, à transformação pessoal e social.
Como podemos concretizar isto? Dentro das realidades das nossas comunidades, nos espaço e no tempo em que vivemos, nas circunstâncias e conjunturas que exigirão respostas e tomadas de atitudes de cada um de nós. Na Pastoral da Comunicação, estas atitudes são tomadas de forma individual (no cotidiano de cada agente) e de forma coletiva (nas ações que se realizam em equipe, de forma planejada).
Para viver a experiência da Comunicação Cristã, o agente da Pascom ou de outras pastorais, movimentos e serviços precisa tomar iniciativa, ter coragem de se abrir ao novo, de seguir o modelo ensinado por Jesus. Quando o relacionamento dentro de casa é marcado pela violência da não-escuta entre os seus membros, quando a agressão verbal e até física toma o lugar da conversa e do diálogo, a criança cresce pensando que aquilo tudo é normal. Aí reproduz estes desvios de comunicação nas suas relações com as outras pessoas da sociedade, até mesmo dentro da Igreja.
O processo de reeducação para a comunicação requer alguns exercícios; algumas tomadas de atitudes bem concretas em nossa vida. Eis alguns passos para trabalharmos a mística da comunicação cristã em nossos comportamentos diários.
a) Buscar o auto-conhecimento
O primeiro passo neste processo de reeducação para a comunicação humana e cristã passa por uma avaliação de si mesmo. Quem sou eu? Como sou? Como me percebo? Como me trato? Como me sinto em relação a mim mesmo? Quais são as minhas virtudes? Quais são as minhas fragilidades? Como eu reajo emocionalmente aos acontecimentos e aos outros? Como anda a minha auto-estima? Como é o meu lazer? E minha vida afetiva? Como me comunico/relaciono com as outras pessoas dentro de casa, na escola, na rua, na Igreja, através do rádio ou outros meios? Quem busca ter consciência de si mesmo, ama-se, preza-se. Assim, fica bem mais fácil de amar e prezar os outros, respeitando suas qualidades e limites humanos. Aceitar-se para aceitar: este é o caminho do crescimento espiritual do comunicador cristão.
b) Tomar a iniciativa de ir ao encontro dos outros
O agente da Pastoral da Comunicação toma a iniciativa e vai ao encontro do outro, com o objetivo de estabelecer comunicação e construir comunhão com ele. Nossa missão requer trabalho, vivacidade, boa esperteza e antenas ligadas. Dormir no ponto ou passar batido são termos que não devem fazer parte do nosso cotidiano. Agir, sempre, mas agir no tempo certo, com cautela, usando uma certa diplomacia para conquistar o coração e a amizade de cada pessoa. Quem vai com jeito ganha a adesão e a confiança dos outros. Esta confiança jamais deve ser traída ou abalada. Sem confiança fica difícil desenvolver qualquer trabalho em comunidade ou em equipe. A estrada que nos separa dos outros, às vezes, é muito longa. Nossa missão é encurtar este caminho e até eliminar distâncias, sem esperar que os outros comecem. Esperar que as outras pastorais nos chamem, nos enviem notícias é dormir no ponto.
c) Cultivar a alegria de viver e a positividade
O agente da Pascom cultiva a alegria e o ânimo. Como Jesus Cristo, ele é portador da Boa Novidade. Quem entra em contato com o comunicador cristão sai cheio de boas notícias que trazem esperança. Já tem gente demais anunciando desgraças e tristezas, enquanto as coisas boas e os motivos de alegria ficam esquecidos. Aqui não cabe a alegria falsa, inventada, alienada. Estamos falando da alegria verdadeira que brota do coração e se expressa em pessoas que têm os pés no chão da realidade. Pessoas que, mesmo vivendo no meio de uma sociedade como a nossa, anunciam que um mundo novo é possível, quando fazemos alguma coisa para transformá-lo, aqui e agora, hoje. Estamos falando da alegria de ser solidário, de se despojar para experimentar a caridade, de fazer o bem, de escutar quem não tem chance de se dizer no modelo de comunicação que predomina nesta sociedade excludente. Em tudo, mesmo nas situações mais frustrantes e dolorosas, podemos encontrar uma face positiva, um motivo de esperança e de ânimo. “Tudo posso naquele que me fortalece”, diz São Paulo (cf Fl 4, 13). É preciso aprender a ver, no mundo e na sociedade, não apenas as desgraças, mas, sobretudo, a esperança. É preciso aprender a ver as coisas positivas da vida, mesmo em meio às desgraças que o mundo canta e decanta. Viver a positividade da vida é preciso! Só assim podemos superar as coisas ruins e fazer vigorar as coisas boas!
d) Cultivar a paciência para ouvir os outros com o coração
A escuta requer abertura ao outro. Quem escuta, verdadeiramente, procura entender e acolher o que o seu interlocutor está querendo comunicar. Não é simular que está ouvindo, martirizando-se. O coração de quem escuta tem paciência verdadeira e doa-se para fazer o outro mais feliz. Quanto bem pode fazer uma escuta verdadeira! Quem é escutado se sente valorizado, amado, acolhido. O comunicador é, antes de tudo, escutador: realiza-se, também, na escuta. É assim que podemos convencer os outros a também escutarem os outros, nas suas respectivas pastorais, movimentos, serviços e no cotidiano de suas vidas. O agente da Pascom educa pelo testemunho da comunicação.
e) Ser democrático e dividir responsabilidades com os outros
Autoritarismo não combina com comunicação cristã. A arrogância bloqueia, cria barreiras, provoca ruídos e corta qualquer possibilidade de comunhão. Nosso objetivo é gerar comunidade, espaços de diálogo. O comunicador educa-se, dia após dia, para dividir responsabilidades e deixar que outros exerçam o direito de dar opinião, de participar das decisões, de expressar suas ideias, de exercer a sua cidadania também dentro da Igreja. A Igreja não é propriedade privada de ninguém. Não somos donos; somos, apenas, filhos do Dono. Todos temos iguais direitos de exercer o direito de ser Igreja, cada um com a sua especificidade: leigos, padres, bispos, diáconos, religiosos e religiosas. Devemos encarar nossas funções no trabalho pastoral da Igreja como serviço e não como poder de mando, tipo “eu mando e você faz”. “Deus não escolhe os capacitados; capacita os escolhidos”, diz uma frase de efeito. Quantos de nós não começamos a trabalhar na Igreja de forma tímida? A capacitação é conseqüência da nossa perseverança no trabalho. O tempo vai passando e vamos adquirindo saberes com a vivência pastoral, com a prática e nos momentos de estudos. Jesus Cristo confiou responsabilidades aos seus discípulos. Eles vestiram a camisa por causa desta confiança demonstrada por Jesus.
f) Falar e testemunhar com autoridade
O testemunho é o instrumento de trabalho mais eficaz do comunicador, dentro da comunidade. Ao viver os valores da comunicação cristã, o agente da Pastoral da Comunicação ganha credibilidade, confiança e amizade. É isso o que torna a equipe de Pascom uma referência para os outros agentes de pastoral, para as outras pastorais, setores da Igreja e outros segmentos da sociedade local. O comunicador cristão se capacita para desempenhar melhor a sua comunicação ao estabelecer contatos interpessoais, nos momentos de falar em público, com representantes de outras instituições e através dos meios de comunicação. Falar com segurança, expressando-se com qualidade, com convicção é o segredo de sua autoridade. Mais uma vez, aqui não cabe autoritarismo, arrogância e nem agressividade. Cabe, sim, a serenidade, a espontaneidade, a harmonia dos gestos e da fala, a sobriedade no jeito de falar e se comportar.
g) Cultivar o espírito comunicativo
Ser comunicador da Pastoral da Comunicação é um apostolado. Quem opta pelo projeto de comunicação de Jesus Cristo cultiva o ardor missionário e procura viver os valores deste projeto, em todas as ocasiões e em todos os ambientes. Somos chamados a viver esta experiência pastoral muito mais com atitudes do que com palavras. O que significa cultivar um espírito comunicativo? Significa estar disponível à escuta, ao encontro, à visita, aos contatos, à comunicação. Só alcança este tipo de comunicação quem cultiva a espiritualidade. Você deve estar perguntando: “Um comunicador assim não seria um super-homem? Um espécie de anjo?” É bom lembrar que somos humanos e temos nossas quedas, nossos dias de mau-humor, nossos limites. Por isso que é imprescindível conhecer esses limites para superá-los. Ser um comunicador cristão é uma luta diária para vencer aquilo que atrapalha a boa comunicação.
Em resumo, segundo as religiosas Joana Puntel e Heleza Corazza, no livro Pastoral da Comunicação – Diálogo entre fé e cultura, o agente da Pascom deve ter as seguintes características:
. Ser capaz de escuta e diálogo;
. Estar aberto(a) para aprender sempre;
. Ter presença, aliada à capacidade profissional e ao testemunho;
. Ter grande amor e paixão pela comunicação, capaz de vibrar pela missão;
. Saber interagir com a diversidade, nesta sociedade pluralista;
. Saber lidar com os pontos de vista diferentes no interno do próprio grupo e das pastorais;
. Ser criativo na busca de soluções.
Produzido por:
Cacilda Medeiros – da coordenação da Pastoral da Comunicação, na Arquidiocese de Natal/RN
Francisco Morais – colaborador da Pascom – Arquidiocese de Natal
Referências bibliográficas:
Documento 59, da CNBB – Igreja e Comunicação rumo ao Novo Milênio, 1997.
FOGOLARI, Élide Maria & BORGES, Rosane da Silva. Novas Fronteiras da Pastoral da Comunicação. São Paulo, Paulinas, 2009
PUNTEL, Joana & CORAZZA, Helena. Pastoral da Comunicação – Diálogo entre fé e cultural. São Paulo, Paulinas, 2007

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Material do Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação

Nos dias 21 a 24 de julho, coordenadores e agentes da Pastoral da Comunicação do Brasil inteiro, estiveram reunidos em Aparecida para o 2º Encontro Nacional da Pascom. Foram dias de partilha e reflexão sobre a caminhada e os desafios dessa pastoral. A Arquidiocese de Salvador esteve representada pelo padre Manoel Filho, coordenador arquidiocesano da Pascom, Fernanda Santana e Patrícia Matos, jornalistas da Pascom e Camila, coordenadora da Pascom da Paróquia da Vitória. A CNBB já disponibilizou o material do que foi apresentado nestes dias, através do link:http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/361-2d-encontro-nacional-de-comunicacao Vale a pena baixar os arquivos e estudá-los com as equipes de Pascom Paroquial. O material é muito bom. Acesse!